terça-feira, 21 de julho de 2009
A FALECIDA DE NELSON RODRIGUES REVISITADA POR ANTUNES FILHO
POR UM TEATRO NAO BURGUES, NÃO COLONIZADO, INQUIETO, PROVOCADOR, NÃO ACOMODADO, Ñ VENDIDO, INCORPORADO PELA POLITICA, UM TEATRO CAPACHO, MAS SIM UM TEATRO VIVO BASEADO na SIMBIOSE DE ARTES , estudo de filosofia, antropologia, ontologis, mix de tudo, bacante, celebrante, iconoclasta e não conformado
A FALECIDA vapt vupt
direção ANTUNES FILHO
Antunes relê Nelson Rodrigues
Inspirado pela videoarte, diretor apresenta no Festival de Rio Preto a peça A Falecida Vapt Vupt, sua versão contemporânea de um clássico.
Frequentador assíduo de exposições de arte, o diretor Antunes Filho ficou chapado, segundo suas próprias palavras, diante da mostra Cinema Sim - Narrativas e Projeções, que ocupou o Itaú Cultural no final do ano passado. Aquelas tecnologias de distorção, repetição e sobreposição de imagens, que discutiam a própria imagem, provocaram um choque criativo no encenador que buscou um texto clássico de Nelson Rodrigues para conceber seu mais recente espetáculo, A Falecida Vapt Vupt, um dos destaques do Festival Internacional de Teatro, que começa na quinta-feira, em São José do Rio Preto.
"Eu precisava colocar para fora a minha insatisfação com o teatro atual", comenta Antunes, um irrequieto senhor de quase 80 anos (completa em dezembro). "Afinal, por que o cinema pode sobrepor imagens e o teatro não?" Assim, ao contrário do modelo tradicional, em que uma luz conduz o foco narrativo do espectador durante uma montagem, em A Falecida Vapt Vupt são colocadas realidades paralelas convivendo no mesmo espaço, criando, às vezes, uma sensação de sonho, no qual nada faz muito sentido. "As cenas estão esparramadas, obrigando o espectador a procurá-las. É como se estivesse caminhando em uma rua: uma criança que canta, um cego que pede esmola, um acidente. Depois de alguns instantes, o espectador começa a perceber essa simultaneidade de cenas."
Para isso, Antunes concebeu como único cenário um bar, onde todos os personagens se reúnem. A encenação começa quando a atriz Bruna Anauate, no papel de Zulmira, circunda as mesas e, de repente, começa a bater palmas, diante do que seria a casa da cartomante Madame Crisálida. Trata-se da primeira cena de A Falecida, de Nelson Rodrigues, que conta a história dessa mulher, moradora de um subúrbio do Rio de Janeiro, casado com Tuninho, desempregado e fanático torcedor do Vasco da Gama. Convencida de que sofre "do pulmão" e de que vai morrer, Zulmira tem apenas um desejo. Quer o mesmo enterro de luxo que viu uma vez, quando criança, com cortejo e carros com penacho. Ela encarregará Tuninho de conseguir o dinheiro necessário à realização de seu sonho.
O texto é cáustico, amargo e também carregado de humor negro. E, se em Vestido de Noiva o dramaturgo inovou ao sobrepor o tempo presente com o onírico, em A Falecida ele acompanha os deslocamentos do cotidiano sem se concentrar em um único cenário - a fragmentação das cenas permite que seja breve a passagem de uma cena para outra e com o mérito de surpreender o essencial e suprimir os excessos. Ou seja, um manancial propício aos anseios artísticos de Antunes Filho.
"O que me interessa é mais a sensação que a compreensão imediata", afirma. "Quero discutir a expressão do teatro hoje. O mundo não é mais centrado como mostra o teatro, o cinema, a fotografia. A videoarte é a que mais se aproxima de um retrato da realidade frenética. O espectador pode escolher o que olhar."
Ele encontrou em A Falecida o texto que servisse a esse conceito. "Eu terminara de montar Senhora dos Afogados, também do Nelson, que ainda seguia uma linha clássica de fazer teatro e percebi meu enjoo com a encenação tradicional."
Na verdade, o mal-estar começara a se materializar antes, quando Antunes montou Foi Carmen, que reestreia amanhã, no Sesc Consolação. Trata-se de uma obra poética sobre o imaginário popular de Carmen Miranda. E, ao mesmo tempo em que estimula uma reflexão sobre o fetichismo e os estereótipos além dos arquétipos, Antunes faz ali seu primeiro estudo sobre o tempo. Em Foi Carmen, a encenação é cheia de vãos, de silêncios, e os movimentos são lentos, quase um haicai. "Já em A Falecida Vapt Vupt o próprio título diz tudo: alta velocidade, chegando a ter quatro ações no mesmo local", observa o encenador. "Uma montagem complementa a outra. Gosto de estudar o tempo como substantivo e o ritmo como adjetivo ou advérbio."
Em meio a esse frenesi, a plateia primeiro usufrui da emoção - a compreensão, segundo Antunes, vem depois, paulatinamente. "De madrugada, já em casa, o espectador vai se lembrar de instantâneos: um sanduíche sendo mastigado ali, o garçom servindo ali. É possível reinventar o espetáculo. Você se transforma em VJ de si mesmo."
Tal reação já foi sentida por públicos distintos, pois, antes de seguir para Rio Preto, onde será apresentado do dia 22 ao 24, A Falecida Vapt Vupt foi encenada no Recife, em março, e na cidade do Porto, em Portugal, em maio - em São Paulo, estreia no dia 14 de agosto, no Sesc Consolação. "Em Pernambuco, as pessoas viam a miséria humana de fora do teatro através do espetáculo, que aguçou sua sensibilidade e criou uma linha direta com o pensamento", conta Antunes, que tomou a liberdade de colocar um personagem que observa todas as cenas - trata-se do próprio Nelson Rodrigues, acompanhando a vida como ela é.
Ao longo de toda a montagem, um aparelho de rádio insiste em ficar ligado, transmitindo músicas de Cartola sem parar, recriando o ambiente típico do subúrbio carioca, onde o ritmo também é frenético. "É o reflexo da sociedade de consumo que não distingue classe social", observa o diretor. "Com isso, o espectador sai ativado do teatro, sentindo-se tão atordoado como fica no seu dia a dia."
Antunes reconhece que a sobreposição de realidades de Vestido de Noiva talvez o tenha influenciado inconscientemente, ainda que A Falecida escrita por Nelson não tenha a mesma simultaneidade. "Foi difícil processar internamente essa mudança", diz. "Muitos têm medo de sair da trilha. Não é meu caso: percebi que não posso mais lidar com o teatro da forma como vinha fazendo. Gostaria de refazer tudo que já fiz." Na impossibilidade, ele continua exercendo sua inquietude, agora trabalhando em O Triste Fim de Policarpo Quaresma, seu próximo projeto.
Tragédia carioca
A Falecida pertence às "tragédias cariocas", na classificação proposta pelo crítico Sábato Magaldi para a obra de Nelson Rodrigues. São textos que, ao contrário das peças "míticas" como Álbum de Família e Senhora dos Afogados, retratam de modo tenso, implacável, o cotidiano de figuras que o dramaturgo arrancou das ruas do Rio de Janeiro, cidade que adotou como sua (ele nasceu no Recife).
A FALECIDA vapt vupt
direção ANTUNES FILHO
Antunes relê Nelson Rodrigues
Inspirado pela videoarte, diretor apresenta no Festival de Rio Preto a peça A Falecida Vapt Vupt, sua versão contemporânea de um clássico.
Frequentador assíduo de exposições de arte, o diretor Antunes Filho ficou chapado, segundo suas próprias palavras, diante da mostra Cinema Sim - Narrativas e Projeções, que ocupou o Itaú Cultural no final do ano passado. Aquelas tecnologias de distorção, repetição e sobreposição de imagens, que discutiam a própria imagem, provocaram um choque criativo no encenador que buscou um texto clássico de Nelson Rodrigues para conceber seu mais recente espetáculo, A Falecida Vapt Vupt, um dos destaques do Festival Internacional de Teatro, que começa na quinta-feira, em São José do Rio Preto.
"Eu precisava colocar para fora a minha insatisfação com o teatro atual", comenta Antunes, um irrequieto senhor de quase 80 anos (completa em dezembro). "Afinal, por que o cinema pode sobrepor imagens e o teatro não?" Assim, ao contrário do modelo tradicional, em que uma luz conduz o foco narrativo do espectador durante uma montagem, em A Falecida Vapt Vupt são colocadas realidades paralelas convivendo no mesmo espaço, criando, às vezes, uma sensação de sonho, no qual nada faz muito sentido. "As cenas estão esparramadas, obrigando o espectador a procurá-las. É como se estivesse caminhando em uma rua: uma criança que canta, um cego que pede esmola, um acidente. Depois de alguns instantes, o espectador começa a perceber essa simultaneidade de cenas."
Para isso, Antunes concebeu como único cenário um bar, onde todos os personagens se reúnem. A encenação começa quando a atriz Bruna Anauate, no papel de Zulmira, circunda as mesas e, de repente, começa a bater palmas, diante do que seria a casa da cartomante Madame Crisálida. Trata-se da primeira cena de A Falecida, de Nelson Rodrigues, que conta a história dessa mulher, moradora de um subúrbio do Rio de Janeiro, casado com Tuninho, desempregado e fanático torcedor do Vasco da Gama. Convencida de que sofre "do pulmão" e de que vai morrer, Zulmira tem apenas um desejo. Quer o mesmo enterro de luxo que viu uma vez, quando criança, com cortejo e carros com penacho. Ela encarregará Tuninho de conseguir o dinheiro necessário à realização de seu sonho.
O texto é cáustico, amargo e também carregado de humor negro. E, se em Vestido de Noiva o dramaturgo inovou ao sobrepor o tempo presente com o onírico, em A Falecida ele acompanha os deslocamentos do cotidiano sem se concentrar em um único cenário - a fragmentação das cenas permite que seja breve a passagem de uma cena para outra e com o mérito de surpreender o essencial e suprimir os excessos. Ou seja, um manancial propício aos anseios artísticos de Antunes Filho.
"O que me interessa é mais a sensação que a compreensão imediata", afirma. "Quero discutir a expressão do teatro hoje. O mundo não é mais centrado como mostra o teatro, o cinema, a fotografia. A videoarte é a que mais se aproxima de um retrato da realidade frenética. O espectador pode escolher o que olhar."
Ele encontrou em A Falecida o texto que servisse a esse conceito. "Eu terminara de montar Senhora dos Afogados, também do Nelson, que ainda seguia uma linha clássica de fazer teatro e percebi meu enjoo com a encenação tradicional."
Na verdade, o mal-estar começara a se materializar antes, quando Antunes montou Foi Carmen, que reestreia amanhã, no Sesc Consolação. Trata-se de uma obra poética sobre o imaginário popular de Carmen Miranda. E, ao mesmo tempo em que estimula uma reflexão sobre o fetichismo e os estereótipos além dos arquétipos, Antunes faz ali seu primeiro estudo sobre o tempo. Em Foi Carmen, a encenação é cheia de vãos, de silêncios, e os movimentos são lentos, quase um haicai. "Já em A Falecida Vapt Vupt o próprio título diz tudo: alta velocidade, chegando a ter quatro ações no mesmo local", observa o encenador. "Uma montagem complementa a outra. Gosto de estudar o tempo como substantivo e o ritmo como adjetivo ou advérbio."
Em meio a esse frenesi, a plateia primeiro usufrui da emoção - a compreensão, segundo Antunes, vem depois, paulatinamente. "De madrugada, já em casa, o espectador vai se lembrar de instantâneos: um sanduíche sendo mastigado ali, o garçom servindo ali. É possível reinventar o espetáculo. Você se transforma em VJ de si mesmo."
Tal reação já foi sentida por públicos distintos, pois, antes de seguir para Rio Preto, onde será apresentado do dia 22 ao 24, A Falecida Vapt Vupt foi encenada no Recife, em março, e na cidade do Porto, em Portugal, em maio - em São Paulo, estreia no dia 14 de agosto, no Sesc Consolação. "Em Pernambuco, as pessoas viam a miséria humana de fora do teatro através do espetáculo, que aguçou sua sensibilidade e criou uma linha direta com o pensamento", conta Antunes, que tomou a liberdade de colocar um personagem que observa todas as cenas - trata-se do próprio Nelson Rodrigues, acompanhando a vida como ela é.
Ao longo de toda a montagem, um aparelho de rádio insiste em ficar ligado, transmitindo músicas de Cartola sem parar, recriando o ambiente típico do subúrbio carioca, onde o ritmo também é frenético. "É o reflexo da sociedade de consumo que não distingue classe social", observa o diretor. "Com isso, o espectador sai ativado do teatro, sentindo-se tão atordoado como fica no seu dia a dia."
Antunes reconhece que a sobreposição de realidades de Vestido de Noiva talvez o tenha influenciado inconscientemente, ainda que A Falecida escrita por Nelson não tenha a mesma simultaneidade. "Foi difícil processar internamente essa mudança", diz. "Muitos têm medo de sair da trilha. Não é meu caso: percebi que não posso mais lidar com o teatro da forma como vinha fazendo. Gostaria de refazer tudo que já fiz." Na impossibilidade, ele continua exercendo sua inquietude, agora trabalhando em O Triste Fim de Policarpo Quaresma, seu próximo projeto.
Tragédia carioca
A Falecida pertence às "tragédias cariocas", na classificação proposta pelo crítico Sábato Magaldi para a obra de Nelson Rodrigues. São textos que, ao contrário das peças "míticas" como Álbum de Família e Senhora dos Afogados, retratam de modo tenso, implacável, o cotidiano de figuras que o dramaturgo arrancou das ruas do Rio de Janeiro, cidade que adotou como sua (ele nasceu no Recife).
segunda-feira, 20 de julho de 2009
WAITING ON A FRIEND - ROLLING STONES

Assistir as garotas desfilando
não será a última coisa.
Eu só estou largado em frente à porta.
Eu só estou tentando fazer algum sentido.
Longe dessas garotas desfilando,
das histórias que elas contam dos homens.
Eu não estou esperando por uma garota.
Estou somente esperando por um amigo.
Um sorriso alivia um coração que lamenta
Lembre o que eu digo.
Eu não estou esperando por uma garota.
Estou somente esperando por um amigo.
Estou somente esperando por um amigo.
Eu não preciso de uma prostituta,
Eu não preciso nem de bebedeira
Não preciso de um padre virgem
Mas eu preciso de alguém para chorar.
Eu preciso de alguém para proteger.
Fazendo amor e partindo corações,
é o jogo para a juventude.
Mas eu não estou esperando por uma garota.
Estou somente esperando por um amigo.
Assistir as garotas desfilando
não será a última coisa.
Eu só estou largado em frente à porta.
Eu só estou tentando fazer algum sentido.
Longe dessas garotas desfilando,
das histórias que elas contam dos homens.
Eu não estou esperando por uma garota.
Estou somente esperando por um amigo.
Um sorriso alivia um coração que lamenta
Lembre o que eu digo.
Eu não estou esperando por uma garota.
Estou somente esperando por um amigo.
Estou somente esperando por um amigo.
Eu não preciso de uma prostituta,
Eu não preciso nem de bebedeira
Não preciso de um padre virgem
Mas eu preciso de alguém para chorar.
Eu preciso de alguém para proteger.
Fazendo amor e partindo corações,
é o jogo para a juventude.
Mas eu não estou esperando por uma garota.
Estou somente esperando por um amigo.
sábado, 18 de julho de 2009
sexta-feira, 17 de julho de 2009
quinta-feira, 16 de julho de 2009

John Alfredson
LOS ANGELES
Worlnews
No dia seguinte à morte de Michael Jackson, Janet, a irmã de Michael, e o pai apareceram na festa anual do BET, canal pago voltado à comunidade negra, que virou uma grande homenagem ao músico. No tapete vermelho, Joseph Jackson, 80, exibiu um comportamento bizarro. Durante entrevista à CNN, disse que queria aproveitar a ocasião para anunciar o novo selo musical que fazia com um amigo. Ao mesmo tempo em todas as paradas musicais dos EUA os Cds de Michael Jackson ocupavam do primeiro até o quinto lugar, fato nunca registrado desde de 1964 quando os Beatles realizaram tal feito.
A venda de DVDS de Michael Jackson superou os lançamentos mais aguardados do ano. Não há o menor sinal de que este ritmo de vendas vá diminuir ao longo do ano. A expectativa dos executivos da Sony, detentora dos direitos fonográficos, e da Universal, distribuidora dos DVDs, é que pelos próximos anos Michael irá permanecer entre os 10 mais vendidos.
A morte de Michael Jackson ocorreu num momento delicado da sua carreira. Suas dívidas cresciam e a possibilidade de que um novo Cd, acompanhado da turnê, e, do lançamento de um DVD pudessem tapar a sangria financeira era praticamente nula. Segundo Frank Richards, consultor da Music Investiments, as dívidas de somente começariam a serem resolvidas se Michael Jackson lançasse um novo CD com o impacto semelhante ao de Thriller.
Foi a consciência deste fato aliado ao esgotamento musical de Michael Jackson que levou ao cantor e sua família bolarem o maior plano da indústria musical: simular a morte do cantor.
Em 2002, Michael Jackson comprou uma pequena ilha no pacífico sul para onde viajou em diversas ocasiões. Durante seus sumiços era sempre divulgado que Michael estava em Neverlands, isto era feito com a intenção de proteger o seu verdadeiro refúgio. Somente em 2005 uma reportagem publica na Revista Italiana Scándalo mostrou as fotos do ídolo na ilha – www.scandalo.it –. A assessoria de Michael Jackson prontamente respondeu que o ídolo havia apenas visitado a ilha para comprá-la e doa-la a uma ONG de preservação do eco sistema. A revista no seu número seguinte mostrou fotos, tiradas de um avião – a ilha está a uma distância da costa que um helicóptero não possui autonomia de vôo- de uma mansão fartamente protegida com um pequeno parque de diversões – uma das obsessões de Michael -. A assessoria de Michael nunca se pronunciou sobre este fato.
Em 2006, segundo um dos mordomos de Michael, Paul Osmond , houve uma tumultuada reunião na casa de Michael com todos os membros da família – pais e irmão(a)s – ao final de reunião Michael declarou a Paul antes de se deitar que “agora ele poderia morrer em paz, tudo estava acertado, e enfim ele iria descansar num paraíso no pacífico sul”. Paul respondeu que ele estava melhorando de saúde e que dali a muitos anos quando ele morresse, o céu seria o seu caminho, e, não uma ilha. Michael disse que ele sabia disto, mas ele estava falando em deitar em paz (rest in peace) em breve. – www.dailyhotnews.gb .
Tudo levar a crer que a demissão do seu principal advogado Thomas Heye foi provocado pela discordância deste com o plano. Estranho foram os termos da demissão, segundo nossa reportagem publicada em 26/11/06, no contrato registrado no distrito de Pasadena Thomas ficava proibido de dar qualquer declaração sobre os negócios e a vida de Michael enquanto vivesse.
Em 2008, Michael alugou alguns dos famosos estúdios da Gold Star e gravou diversos demos, enquanto isto o principal engenheiro de som desta firma aportou nas Filipinas e imediatamente viajou para uma ilha ignorada; a alfândega das Filipinas registrou a entrada de diversos componentes para a construção de um estúdio de som. A principal revista musical do país ( www.newsinmusic.com ) noticiou que seria construído um moderno estúdio de gravação, tal fato nunca ocorreu, pelo menos no continente. O equipamento foi levado para a ilha de Michael. Deste estúdio Michael, agora sem as pressões da indústria musical, irá fornecer demos, músicas acabadas mas nunca lançadas, esboços enfim todo um material para as próximas décadas.
O repertorio musical do cantor irá crescer da mesma forma que o espólio musical de Jimi Hendrix foi maior depois de morto. Só que agora, a qualidade será melhor. O primeiro passo foi a formação da gravadora logo após a “morte” do cantor para que não houvesse dúvidas quanto a quem iria deter os direitos dos futuros achados. No mês anterior a morte de Michael cinco cadáveres de homens por volta de 50 anos e magros que morreram nas ruas de L.A. foram comprados (de que cor seriam?) – a Lei municipal permite tal fato – para pesquisa pelo mesmo médico que estava na casa de Michael.
Alguns problemas de última hora ocorreram, basta ler com atenção as notícias acerca da autópsia, que até agora não teria ficado pronta. Alguns erros precisam ser corrigidos, mas nada que impeça a maior farsa da história, desta vez diferentemente do que ocorreu com Elvis Presley, Michael Jackson não morreu, apenas resolveu seus problemas financeiros e musicais forjando a própria morte.
Mas seus fás não devem ficar preocupados, agora mais do que nunca novas músicas e notícias sobre a vida do cantor estarão em todos os meios.
terça-feira, 9 de junho de 2009
quarta-feira, 3 de junho de 2009
quinta-feira, 28 de maio de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
SÃO GENÉSIO - PADROEIRO DOS ATORES
São Genésio de Roma
Mártir
Comemoração: 25 de agosto
São Genésio era um comediante em Roma e foi martirizado por Diocleciano entre 286 e 303.
Ele é invocado contra a epilepsia e é padroeiro dos atores e dos músicos.
A lenda conta que Genésio era líder de uma trupe de teatro em Roma. Em uma apresentação para o Imperador Diocleciano, expunha ao ridículo os ritos católicos. Ao encenar a recepção do Sacramento do Batismo, se proclamou cristão. Diocleciano a princípio gostou da peça, mas achando Genésio realista demais, ordenou que ele fosse torturado e decapitado.
Ele foi enterrado na Via Tirbutina. Parte de suas relíquias estão em San Giovanni della Pigna, parte em Santa Susanna di Termini e parte na capela de São Lourenço.
A existência de São Genésio é duvidosa, e ele é considerado um complemento romano de São Gelásio de Hierápolis. No entanto, ele era venerado no século IV; uma igreja foi construída em sua honra e foi consertada e melhorada por Gregório III em 741.
E quem disse que não existe oração do Ator, existe sim... ta ai ó.
Ó meu Deus! Ator Onipotente, criador do maior Espetáculo - o Universo - ouve-me nesta prece de amor!
Dai-me a perseverança, a paciência, a dignidade e o amor!
Fazei com que minha personalidade não se deixe influenciar pelo meu personagem, mas, que eu possa colher dele, toda a vivência, todo vigor, toda força, toda magnitude!
Que eu transforme a realidade em uma nova realidade, que eu recrie a obra da arte com toda força inteira e que eu colha do meu trabalho toda justiça, toda fortaleza, toda grandeza e todo amor!
Fazei com que as luzes dos refletores se tornem luzes divinas a iluminar todos os atos da minha vida, para que eu faça do palco um altar, sempre na intenção de o respeitar, dignificar, amar e venerar...
Que cada representação seja para mim, um Ato de Fé!
Que cada trabalho seja um sacrifício de glória e sucesso!
Para que eu envelheça, crescendo na representação e representante, crescendo na velhice; sempre trabalhando, sempre trabalhando, trabalhando, emocionando e glorificando. Enfim, para quando eu não mais existir, a minha atuação aqui na Terra não tenha sido em vão, e que, quando cair o pano, no ato final, todos aqueles que convivem comigo, possam aplaudir-me gritando: Bravo, Bravo!
E assim, eu possa agradar ao Maior Diretor Universal: DEUS!
[São Genésio: Padroeiro dos Atores]
Mártir
Comemoração: 25 de agosto
São Genésio era um comediante em Roma e foi martirizado por Diocleciano entre 286 e 303.
Ele é invocado contra a epilepsia e é padroeiro dos atores e dos músicos.
A lenda conta que Genésio era líder de uma trupe de teatro em Roma. Em uma apresentação para o Imperador Diocleciano, expunha ao ridículo os ritos católicos. Ao encenar a recepção do Sacramento do Batismo, se proclamou cristão. Diocleciano a princípio gostou da peça, mas achando Genésio realista demais, ordenou que ele fosse torturado e decapitado.
Ele foi enterrado na Via Tirbutina. Parte de suas relíquias estão em San Giovanni della Pigna, parte em Santa Susanna di Termini e parte na capela de São Lourenço.
A existência de São Genésio é duvidosa, e ele é considerado um complemento romano de São Gelásio de Hierápolis. No entanto, ele era venerado no século IV; uma igreja foi construída em sua honra e foi consertada e melhorada por Gregório III em 741.
E quem disse que não existe oração do Ator, existe sim... ta ai ó.
Ó meu Deus! Ator Onipotente, criador do maior Espetáculo - o Universo - ouve-me nesta prece de amor!
Dai-me a perseverança, a paciência, a dignidade e o amor!
Fazei com que minha personalidade não se deixe influenciar pelo meu personagem, mas, que eu possa colher dele, toda a vivência, todo vigor, toda força, toda magnitude!
Que eu transforme a realidade em uma nova realidade, que eu recrie a obra da arte com toda força inteira e que eu colha do meu trabalho toda justiça, toda fortaleza, toda grandeza e todo amor!
Fazei com que as luzes dos refletores se tornem luzes divinas a iluminar todos os atos da minha vida, para que eu faça do palco um altar, sempre na intenção de o respeitar, dignificar, amar e venerar...
Que cada representação seja para mim, um Ato de Fé!
Que cada trabalho seja um sacrifício de glória e sucesso!
Para que eu envelheça, crescendo na representação e representante, crescendo na velhice; sempre trabalhando, sempre trabalhando, trabalhando, emocionando e glorificando. Enfim, para quando eu não mais existir, a minha atuação aqui na Terra não tenha sido em vão, e que, quando cair o pano, no ato final, todos aqueles que convivem comigo, possam aplaudir-me gritando: Bravo, Bravo!
E assim, eu possa agradar ao Maior Diretor Universal: DEUS!
[São Genésio: Padroeiro dos Atores]
sexta-feira, 22 de maio de 2009
GRAFFITI
segunda-feira, 18 de maio de 2009
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Quem sou eu para discordar de Bob Dylan
Bob Dylan, declarou que nos dias de hoje, não há mais grandes bandas de rock and roll nessa leva de novas bandas que tocam por aí. Dylan disse também que os Rolling Stones são a última grande banda que ainda existe e que nunca ninguém vai superá-los: "Os Stones estão longe de estar acabados. Eles são verdadeiramente a maior banda de rock and roll do mundo e sempre serão. Tudo que surgiu após eles, seja metal, rap, punk, new wave, pop rock, você pode ligar tudo isso a eles". Dylan finaliza dizendo que absolutamente tudo que se faz na música atualmente tem alguma conexão com eles. "Os Rolling Stones foram os primeiros e últimos e ninguém nunca fará melhor". [Mr. Bob Dylan]
Compositores e Riffs de guitarra
Jagger & Richards - fantástica dupla de compositores, quando abre o catálogo de canções, sai de baixo, não tem prá ninguém. Keith Richards é um grande "riffeiro", ele criou os maiores riffs de guitarra da história do rock and roll - "I Can't Get No, Satisfaction", "Jumpin' Jack Flash", "Honky Tonk Women", "Gimme Shelter", "Brown Sugar", "Start Me Up" e muitas outras. Alguém duvida? Este vídeo diz tudo. Confira!
VIDEO: "it's only rock and roll"
http://www.youtube.com/watch?v=mMq9nixi6zA
Compositores e Riffs de guitarra
Jagger & Richards - fantástica dupla de compositores, quando abre o catálogo de canções, sai de baixo, não tem prá ninguém. Keith Richards é um grande "riffeiro", ele criou os maiores riffs de guitarra da história do rock and roll - "I Can't Get No, Satisfaction", "Jumpin' Jack Flash", "Honky Tonk Women", "Gimme Shelter", "Brown Sugar", "Start Me Up" e muitas outras. Alguém duvida? Este vídeo diz tudo. Confira!
VIDEO: "it's only rock and roll"
http://www.youtube.com/watch?v=mMq9nixi6zA
AMOR POR ANEXINS
domingo, 10 de maio de 2009
domingo, 3 de maio de 2009
sexta-feira, 1 de maio de 2009
quinta-feira, 30 de abril de 2009
quarta-feira, 29 de abril de 2009
sábado, 25 de abril de 2009
quinta-feira, 16 de abril de 2009
segunda-feira, 13 de abril de 2009
AMOR POR ANEXINS
AMOR POR ANEXINS DE ARTUR AZEVEDO DIA 24 DE ABRIL ÀS 21:00HS NO TEATRO DOS METALÚRGICOS COM OS ATORES CARLOS BELLINI E MÁRCIO DO AMARAL. DIREÇÃO MIRIAN VIEIRA, DIRETOR ASSISTENTE RONALDO FERNANDES. INGRESSOS; R$ 10,00 / R$5,00
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